A Conferência Episcopal Venezuelana publica o Protocolo Eclesial para a flexibilização da quarentena
03.06.2020 - 11:17:30 | 4 minutos de leitura

Frei Roberto Mason | No dia 2 de junho de 2020 a Presidência da Conferência Episcopal Venezuelana (CEV) apresentou o Protocolo Eclesial para a flexibilização da quarentena. É importante ressaltar que não se estabelece uma data para a reabertura dos templos públicos. A informação que eles partilham tem a única finalidade de dar a conhecer o protocolo que se deve seguir uma vez que se inicie o processo de flexibilização da quarentena para a reabertura dos templos.
Depois da introdução, o texto apresenta as fases da abertura, seguida das disposições de caráter geral, orientações para a Celebração Eucarística, a administração dos sacramentos e as atividades pastorais.
A introdução recorda algumas realidades da atual situação, como a luta contra o flagelo do COVID-19 e a união e todos na cooperação entre autoridades, funcionários, servidores públicos, pessoal da saúde e, em geral, todos os cidadãos. Continua falando das medidas que foram tomadas, por recomendação dos especialistas, e da quarentena social, a qual tem mostrado, até agora na Venezuela, bons resultados.
O texto confirma que a Igreja católica procurou acompanhar os fiéis com responsabilidade e zelo pastoral, buscando os modos mais idôneos para disponibilizar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Foram utilizados os meios de comunicação tradicionais e as redes sociais para que não faltasse o anúncio da Palavra e para que os fiéis pudessem unir-se espiritualmente à celebração da Santa Eucaristia e dos diversos atos de piedade.
A seguir, enforque que, chegado o momento de flexibilizar a quarentena, no contexto de uma progressiva volta à normalidade nos diversos aspectos da vida cotidiana, a Conferência Episcopal Venezuelana, através da Comissão Episcopal de Liturgia, preparou o protocolo para a abertura gradual dos templos, a celebração dos sacramentos e sacramentais, e a progressiva ativação dos serviços pastorais.
São 3 as fases de reabertura: 1- O bispo diocesano determinará o momento em que os fiéis poderão assistir aos templos para as celebrações eucarísticas dominicais e durante a semana; 2- No momento em que seja possível, se reativarão os serviços pastorais das dioceses, paróquias e movimentos de apostolado; 3- Para reiniciar com toda a normalidade a vida pastoral ordinária das dioceses e paróquias, esperar as determinações das autoridades sanitárias.
São 8 as disposições de caráter geral: 1- Cada bispo prorroga a dispensa do preceito dominical; 2- Está estabelecido que em cada templo ou capela podem participar 50% da capacidade dos fiéis; 3- Tanto quanto possível, aumentar o número de celebrações dominicais e durante a semana para dar oportunidade a um maior número de participantes; 4- Os fiéis são obrigados a usar máscaras para entrar nos templos e para participar das atividades religiosas; 5- O templo terá somente bancos suficientes para abrigar os fiéis de acordo com a quantidade permitida pelas autoridades; 6- A pia batismal, e aonde haja, continuarão vazias; 7- As portas dos templos se manterão abertas para a entrada e a saída das celebrações para que os fiéis não tenham que tocá-las, nem suas maçanetas; 8- Oferecer um gel antibacteriano ou outro líquido prescrito pela autoridade sanitária na entrada do templo, com o fim de prevenir o contágio.
Continuando, o protocolo orienta a respeito da Celebração Eucarística, a administração dos sacramentos em geral e as atividades pastorais, mencionando as coisas materiais (seu preparo, utilização e como guardar), e como devem se vestir e se portar os sacerdotes que celebram ou ajudem a celebrar a Eucaristia, e as demais pessoas envolvidas nas atividades. Sobre as visitas aos templos de oração, aclara que durante a pandemia não se permitirá o turismo religioso (receber pessoas nos templos e outros lugares sagrados por motivo atividade turística).
Para a reativação dos serviços pastorais das dioceses, paróquias e movimentos, o protocolo informa que se esperará o que determinem as autoridades sanitárias a respeito do número de pessoas que poderão se reunir, as diretrizes de higiene das pessoas e objetos, e o distanciamento físico. Os bispos diocesanos e demais ordinárias locais apliquem o protocolo de acordo às circunstâncias de cada circunscrição, oferecendo normas mais detalhadas.
O texto termina mencionando que “nos colocamos aos pés de nossa Padroeira Nacional, a Virgem de Coromoto, para que Ela alimente a esperança de nosso povo e nos ajude a contemplar, crer, viver e anunciar o mistério da Redenção realizado por Jesus Cristo. Nas últimas palavras, eles pedem “a Deus para o término da presente pandemia, e que a experiência vivida nos ajude a crescer e amadurecer em nossa fé, esperança e caridade”.
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